AO RHEDOR DO CASTELO

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Quinta Porta - No Doce Abraço da Solidão


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Sonhos foram eles que invadiram meu castelo, quando tudo estava calmo e enquanto todo o mundo, que nele existia, estava distraido. Por vezes eram semeadas sementes num belo jardim, por outras haviam noites de festa com musica e fogueira ao luar. Por dentro dessa imensa muralha tudo esta calmo e existia tal como manda o quotidiano. Sonhos, vinham dos céus de todas as direções. Cresciam onde não havia espaço para semente, escorriam onde nem água surgia. Sonhos alados, pareciam nadar no ar, numa dança deslumbrante. Ninguém consegue resistir, tanto que meu mundo admirou se não só por surpresa, nem só por beleza. Brotavam flores no céu de nuvens, e borboletas razavam por todo o lado. Pequenos fogos de artificio surgiam sem mais nem menos em cantos escuros. Sozinho, meu castelo pode apreciar aquilo que era exibido. E não só, todo o meu mundo podia observar. Tinha dias que chovia petalas de rosas e no minuto a seguir o sol cegava toda a escuridão. Árvores cresciam, eram árvores de gelo, nas quais brotavam frutos. Laranjas, limões e até amora ao cair no solo transformavam se em pequenas bolas de fogo. Não queimava nem ardia! Ao olhar para o horizonte numa dessas vezes podia ver o sol a correr veloz de um lado para outro. Num nasce e renasce desenfreiado enquanto a lua serena apreciava estatica todo o movimento. Sonhos, agora sim, percebo a dimensão da sua existência, sendo ele parte da solidão, da mesma forma que uma flor possui petalas, e o céu nuvens. Então recebo abraços, beijos, sorrisos e distração, transformados em ilusões, onde a solidão me abraça para não perder a emoção.



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RECONQUISTE SEU AMOR


sábado, 18 de agosto de 2018

Complexo Sistema

Complexo Sistema
"Ao Rhedor do Castelo"
E não é que surgiu numa torre, em plena a areia.
Que girava para todos os lados.
Uma bandeira sem cor, nem marca nem nome.
E num complexo sistema, transformou todos os códigos.
Talvez vejamos o aquário!
Como peixes admirados.
Nesta teia sub codificada.
A velocidade da luz!
Meus olhos perplexos
Vendo o que está existindo,
O que deixará e o que virá!
A Gema parece que traz suas razões.
Também com códigos de milhares de gerações.
Sempre tremeu no deserto!
Os ventos derrubaram construções antigas.
De códigos vencidos.
Como um mar sem cor, nem marca nem nome.
Como uma ordem concreta.
A preparação para uma próxima fase.
Será que um peixe pode voar?
E ser o aquário mergulhando no Mar.
Ilusões do deserto!
São claros para os olhos de quem vê.
Modelando todos os códigos.
Cada um vê como vê!
Só o mundo pode dizer.
Haviam pássaros sobrevoando ao alto de uma colina.
São claramente frutos da minha imaginação.
A seguir seguiram para sul da bandeira.
Ao Rhedor todos devem seguir a bandeira
Cada rei tem sua lei!
O senso libriano atravessando varias camadas liberta energia.
Processos complexos de energia que percorrem corpos sólidos.
Ao Rhedor todos sentem o que sentem dizer.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Movimento Perpetuo Dos Corpos

Tendo na noite, a presença fria da lua. Os uivos serão sempre obra da minha mente Meus sentidos filtram toda a interferência Para alcançar você Enquanto penetro nesta densa sensação Gotas e mais gotas escorrem pelos teus seios, Alcançando a barriga e por fim mergulham no umbigo. O ar impregnado de ti sou eu. E ao Rhedor as flores nascem, crescem e voltam a terra. Numa velocidade perceptível aos nossos olhos. Colados como as raízes numa floresta, Somos tocados pela luz do sol, No impossível intervalo entre por e o nascer do dia. Mas que ser vivo na face da Terra tem o dom de me entender Mas que ser divino tem o direito de nos julgar. Tirando do mar o sal, desaparece o oceano tal como o conhecemos. Tirando da minha boca teus lábios, tudo fica inexplicável. Passo o nariz na perna, enquanto minhas mãos não resistem e percorre a cintura, alcançando seus seios. Tudo estremece em poucos segundos. As pétalas espalhadas pelo chão sustentam nossos corpos. E nesta macia sensação, cada gemido acompanha um suspiro Nesta ondulação de suaves e delicados movimentos seus lábios entreabrem sem uma constância concreta. Numa dualidade análoga a muitas ocasiões do quotidiano. Nossos corpos transformam se e se fundem e voltam a se entrelaçar. Perdidos num turbilhão, criando em cada pedacinho do nosso ser uma expansão de Luz. Que sempre recomeça quando termina.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Tocando em Si



Deixei cair meus medos, no fundo da solidão.
Das lágrimas que banharam todos os sons que escapavam de meus lábios,
fiz um mar de meditação.
Murmúrios, palavras, gritos e sussurro, e ate que num expirar vindo intenso de um pulmão.
Aceitei aquilo que sou, tendo tudo aquilo que tenho em minhas mãos marcadas.
Então uma luz surgiu em meu olhar, vindo de um vulcão há muito adormecido em mim.
Não te peço para queimar, nem desaparecer de mim.....
Sentindo o calor intenso pulsar, enchendo de cor todo o meu ser!
Tenho um luz em meu sorriso, sem ao menos me esforçar,
Tenho razões para tudo o que eu sinto, aprisionado em meu olhar!

Acordei, depois de dias entre sonhos e pesadelos!
Por onde corri, voei e caí, nem eu mesma consigo contabilizar.... As marca!
Sonolenta, levanto enquanto na face as riscas desenhadas dos cabelos ainda agarrados ao calor!
Duas janelas entre abertas, a luz ténue da manha, sempre me deixa mais preguiçosa do que sou, ou era?
Ontem a noite todas as estrelas do céu sorriram para mim, talvez por causa do vinho, talvez pela felicidade!
O peito sempre encontra razão para dizer que sim, mesmo quando temos a certeza de uma resposta negativa, mesmo sabendo que falta pouco para o raiar do dia!
Na noite de ontem duas janelas se abriram, depois de deixar palavras, murmúrios e lágrimas.
Para lá da escuridão!

Segui, como quem dá dois passos de cada vez, o meu ser, ao lado do rio!
Gémea de mim mesma, numa corrente quase continua que não me deixava afastar essa parte de mim.
Então saltei como parte do ar e voei, numa loucura que só em sonhos podemos ter!
Poderemos ser!
Então seremos eu! Sempre a mesma em mim, numa busca incansável de viver!
Bastando tocar cada pétala de rosa no jardim, terei toda a paz para me trazer á mim!





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A SUA BELEZA NOS PEQUENOS DETALHES





terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Porta do Meio

Mil questões vão corroer, a cabeça nunca para de se questionar.
A cada duvida uma resposta encontra numa pergunta outra resposta para perguntar.
O porque de giramos no céu, envolta do sol, o porque de cada semente lutar arduamente para alcançar a luz.
Por que a porta ficou aberta, quando alguém passou?
Por que as portas fecharão depois de entrar?
Tantas curvas nessa estrada, mas ninguém desiste de chegar!
No céu mais uma lua preenchendo a noite de luz, não se pergunta porque tem que brilhar,
nem o por que de estar sozinha a cintilar.
Estrelas inundam o firmamento enquanto olhamos para o chão sem queremos nos perguntar.
Por que tudo aconteceu como aconteceu, e em todos os momentos esquecemos de nos perguntar.
Cada onda é distinta de si mesma e o tempo não para para as igualar.
Na imperfeição das nossas mentes, tudo se tornará compatível se cada ser se perguntar.
Tentando, no interior da sua essência, perceber o por que de cada momento.
Por que só o momento é que nos pode descodificar!
Portas do meio, serão sempre as portas da frente, mesmo que se vire as costas as perguntas estarão lá.
Mil questões irão desabar de uma mesa, como se a mesa deixasse por momentos de estar lá.
Por que tanta desorientação neste deserto imenso de sentimentos, se independente de cada resposta
O importante é amar.
Então atravesso a porta num voo difícil de se imaginar, arrancando da pele as asas pelo simples prazer de planar.
Como é possível entrar no mar com essa tocha acesa?
Muito porquês irão na escuridão da noite te abraçar sem te deixar descançar.
Muitas respostas estão mortas no passado, mesmo o passado esta morta como este presente de agora.
Por que? me pergunto. O que me levou a fazer aquilo ou ter sido daquela forma?
Agora para mim é tarde, pois o passado é uma serie de conjuntos onde tudo esta ajustado aquele exato momento.
E neste momento poderíamos tocar as estrelas e a cada porque que surgisse a resposta poderia ser dada.
Mas a cada porque que ficou para atrás, serão cinzas de um cigarro queimado, inundando a alma com seu apodrecimento.
Fugindo agora me encontro de um enxame de abelhas, por que eu não me perguntei antes o porque de querer tanto subir naquela árvore? Ao menos eu teria analisado melhor o meu erro.
Agora as picadas me torturarão e as noites serão um pouco mais longas!

09/12/2014

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pétalas ao Rhedor do Castelo

Dezembro de um ano longínquo,

Haviam centenas de estrelas em teu olhar, brilhavam ao ponto de me ofuscar a visão, meu coração conseguia aos poucos enxergar, dando mais de mil e um motivos para eu acreditar.
O amor é assim, belo como um dia de sol, perverso como uma tempestade fora do furacão.
Todos os Homens querem o Amor, e eu só queria você.
É delicioso acreditar dentro de um sonho que se pode voar.
É maravilhoso sonhar e fazer da realidade algo que se possa concretizar.
Transformando as pedras em Torres ao Rhedor do Castelo.
O mundo é belo, somente quando encontramos pessoas de Paz,
E é mais belo ainda quando nós encontramos do mesmo lado em uma guerra.
Cada semente tem seu primeiro desafio, rasgar a terra para chegar ao Sol,
depois surgirão ventos e chuvas, até que as Pétalas cubram o chão.
Passarão horas, dias, semanas, meses, anos e.....
Passaram anos...
O brilho que caminha sob o sol ao caminho da Luz, não apagou, está expresso em seu olhar.
Pétalas que florescem todos os dias, acordando para mais uma caminhada.
O bondoso sol esta sempre a esperar.
Aperto meu peito contra minhas mãos tentando o segurar, para que este não me domine e nem possa me contrariar.
O amor é assim, selvagem como um leão, domestico como um fiel e companheiro cão.
Ao Rhedor do Castelo estou, procurando pequenas pedras que se desmoronaram há tempos, tornando tudo confuso e inexplicável, um imenso quebra-cabeça sem uma concreta solução.
Encho me de ódio quando penso no Amor que esteve tão próximo de meu peito, percebi que os inimigos não dão descanso transformaram tudo em pó transformando todo o seu mundo em um Aquário rachado.
Poucos peixes te restaram, só por orgulho ou vaidade.
Afastado para sempre do diluvio em teu ser, ainda me sinto um naufrago de ti.

O céu cobriu os toda luz e no horizonte surge a velha Lua Nova, vejo em distancia um novo ser reconstruido num castelo belo com torres altas para a imensidão.
Existem centenas de estrelas em teu olhar, é difícil negar a visão, como se semente brotasse trazendo petalas para a próxima estação.






domingo, 30 de junho de 2013

Enigma dos biscoitos

Uma mulher, que acabou de comprar uma xícara de café e cinco biscoitos de chocolate, sentou-se em uma mesa em frente à loja de biscoitos, de frente para um homem desconhecido que estava sentado na mesma mesa. Depois de provar o café, ela tirou um biscoito do pacote.
Assim que ela começou a comer, o homem pegou o pacote e tirou um biscoito.
Paralisada de raiva, silêncio e descrença, ela comeu o primeiro biscoito e pensou no que fazer depois. Será que ela imaginou o que ela tem certeza que viu? Ele teria coragem de fazer isso novamente? Finalmente quando a curiosidade passou, ela pegou um segundo biscoito no pacote. Confiante, o homem também foi e pegou outro biscoito, estampando um enorme sorriso no rosto enquanto comia. Somente a sua certeza de um autocontrole impecável a impediu de protestar contra esse ladrão de biscoitos. Afinal, a arrogância deste homem era extraordinária, e ele não parecia um mendigo, vestido de terno e gravata.
Já que havia apenas um biscoito sobrando, ela engoliu o seu segundo biscoito e novamente foi ao pacote. Mas ele foi mais rápido. Com um sorriso radiante, e ainda nenhuma palavra, ele quebrou o biscoito que sobrava ao meio e ofereceu a ela. Em total descontentamento, um olhar de indignação começou a se formar, ela então se levantou, pegou sua grande bolsa e foi rapidamente em direção ao carro. No carro ela até deixou escapar uma pequena ofensa de seus lábios, enquanto procurava as chaves na bolsa.
Seus dedos acharam, ao lado das chaves, seu pacote de biscoitos fechado! Essa mulher sofreu uma mudança abrupta na visão de seu próprio comportamento, como uma extensão ao seu equívoco na situação dos biscoitos. Seu paradigma, neste caso, a levou a uma série de julgamentos errôneos.


A base sobre a qual fazemos julgamentos, o ideal sobre o qual nós medimos o comportamento humano, é o nosso paradigma.

Extraido de:
Cinco Passos para o
Poder Pessoal
Como Se Fortalecer Para Uma Vida Extraordinária

Patrick J. Ryan